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 CAMINHOS DA CULTURA

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AutorMensagem
lino mendes
Admin


Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: CAMINHOS DA CULTURA   Dom Maio 13, 2012 6:16 pm

Caminhos
da CulturaPhotobucket

…por onde o Folclore também passa

Uma coisa que fere, e muito, a minha sensibilidade, é chegar a um recinto de festas e deparar, para além do palco de excelência, naturalmente para o “ cabeça de cartaz”, com um outro por vezes sem um mínimo de condições, normalmente reservado aos grupos locais. É, um claro desrespeito por esses grupos de “não profissionais”, cuja qualidade por vezes não teme quaisquer comparações.
É preciso contestar, mas para o fazer é preciso ter argumentos de qualidade e de comportamento.
Eu sei que para um Grupo ser conhecido, a estratégia por vezes passa por facilidades que não compensam. Que pode mostrar, por exemplo, um “grupo de folclore”que se depara com um palco sem as necessárias condições, quer de piso quer de espaço, e sem um equipamento de som que garanta uma sonoridade de qualidade? E depois o “de graça” é por vezes entendido como sinal de “não prestar”.
Claro que haverá sempre grupelhos que para aparecerem vão de qualquer maneira, pois a qualidade também nem sempre interessa aos organizadores.
Outra coisa que igualmente fere a minha sensibilidade, é constatar que algumas entidades encaram as associações como mendigos de mão estendida a quem fazem o favor de dar uma esmola. E também neste caso são necessários argumentos de qualidade e comportamento. Felizmente que por aqui somos entendidos como “parceiros”,em que um executa e outro patrocina eventos que vão directamente para as populações.
No nosso caso ninguém recebe um cêntimo, ainda pagamos a alimentação em trânsito e temos até um núcleo que não obstante o apoio que nos vem sendo concedido para pagar ao professor, os alunos ainda pagam uma parte das aulas. Não esquecendo também, que ainda recentemente ao ser realizado um jantar convívio de aniversário, cada um pagou o seu.
Tenhamos, pois em atenção, a importância da Qualidade e do Comportamento, pois são o caminho que nos leva a conquistar o prestígio e o respeito .
…………………………………………………………..
Entretanto, dirão alguns falsos puristas, que afinal o lugar do folclore é no campo ,em terra e sem equipamento de som.
De acordo ,e tanto que assim é, que o Rancho Folclórico de Montargil tem em execução um projecto de “Interpretação de Etnografia e Folclore”para que possa ser garante junto das Escolas e para a posteeridade.
Mas ao que nos referimos é a um “espectáculo de folclore”,que no entanto não deve ignorar a “demonstração” nem o factor “pedagógico”.
Lino Mendes


Última edição por lino mendes em Dom Maio 13, 2012 6:21 pm, editado 1 vez(es)
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lino mendes
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Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: CAMINHOS DA CULTURA 2   Dom Maio 13, 2012 6:18 pm

Caminhos da CulturaPhotobucket
Lutando embora com muitas dificuldades, é importante que a imprensa regional informe sobre os eventos culturais que se vão realizando, não dispondo no entanto do espaço necessário quando se trata de acontecimentos no âmbito do tradicional. É que se vem dizendo muita coisa errada, e como na escola não se ensina e estou convicto que grandes figuras da nossa cultura também não sabem o que é folclore, não havendo uma clarificação, são cada vez mais negros os horizontes da nossa identidade cultural.E só uma acção verdadeiramente nacional, em que se empenhem todos os que na verdade interiorizaram a realidade no folclore, poderá colocar as coisas no seu devido lugar.
As entidades oficiais e os grandes fazedores de opinião nada ligam ao que, quem não gosta do termo “folclore”(que têm atirado para a lama) pode tratar por “cultura tradicional e popular”.E o mais curioso é que ,segundo a Sociedade de Língua Portuguesa,tal situação só pode aceitar-se a um analfabeto ou a pessoas de pouca cultura.
Há muito que venho batendo à porta dos Governos e nada. Verdade se diga, que no de António Guterres cheguei a ser recebido e as coisas estavam a ser encaminhadas, mas entretanto o executivo caiu e tudo ficou na mesma. Nada sei de folclore, disse-me a jovem assessora que prometera mesmo ir estar no nosso festival. No Governo de Sócrates, nem uma resposta e agora, logo que o actual tomou posse, lá estava eu, mas que tivesse calma que logo que arrumassem a casa me contactariam para marcar uma audiência. Mas como nunca vão ter a casa arrumada…
Escrevi ao Provedor da RTP, e quando esperava que alguém lá fosse chamado, a lacónica informação de que a minha exposição fora entregue à Administração.
Entretanto e entre outros erros, com a melhor das intenções algumas autarquias já gravaram os seus grupos de folclore sem saberam que estão a legar uma mentira à posteridade.
Quero entretanto aqui dizer ,que não me considerando representante do folclore português, a minha intenção era abrir as portas à Federação.
Impressionante, o que está a acontecer com a candidatura do”Cante” a Património Imaterial. Impressionante, repetimos, a lista de figuras públicas que a subscrevem e que, ressalvando as excepções que sempre existem, nada ligaram até hoje ao folclore, de que no entanto agora precisam, acredito até que por razões louváveis; que aliás só o serão desde que não seja à custa da representatividade do mesmo(“cante”)
Creio que a candidatura que não for aceite, durante cinco anos não o pode voltar a fazer, e no sentido de um cuidado especial tenho alertado algumas individualidades. Mas então se o fado o foi porque não o será o “cante” também .Claro desconhecimento, porque me custa dizer ignorância.
Certo que o “cante” é Património Imaterial, e se não somos obrigados a aceitar todos os conceitos emanados da UNESCO, esta candidatura tem que respeitar a respectiva Convenção, que logo na alínea 1 do artigo 2refere que para efeitos da mesma , entre outras coisas considera que “este património cultural imaterial, que se transmite de geração em geração, é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interacção com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade e contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.”
Mas se para mim foi surpresa a candidatura em si, foi com preocupação que tive conhecimento de que dentro do movimento havia quem entendia que o “cante” não deveria ser apresentado na sua pureza mas adaptado aos tempos de hoje.
Não foi certamente por acaso que a UNESCO tratou em documentos diferentes a salvaguarda do IMATERIAL e do FOLCLORE.
……………………………………………………………………………………………………………..
Recomendação para a Salvaguarda da Cultura Tradicional e do Folclore.
UNESCO,1989
Convenção para a Salvaguarda do Património Imaterial da Humanidade, UNESCO, 2003
LinoMendes
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